Podcast Entretantos [piloto]: Versões

E eis que finalmente posso anunciar uma das novidades que vinha carregando na manga:o podcast que eu e mais dois amigos – Vicente Escudero e Guilherme Montana – vínhamos planejando fazer há alguns meses, e que finalmente colocamos em prática.

Este “Versões” é o primeiro que gravamos, uma espécie de programa piloto. Ele saiu mais longo do que planejamos e nossas performances não são ainda as ideais, mas há muito chão pela frente e esperamos melhorar a cada podcast gravado.

Estamos abertos a sugestões e críticas, e quem quiser enviá-las pode utilizar a caixa de comentários do post.

Bom, é isso. Vamos ao podcast!

***

Pedra de Roseta

Podcast Entretantos: 1ª edição – Versões. Clique aqui para fazer o download do arquivo.

Para ouvir sem precisar baixar o arquivo utilize o player abaixo.

***

Abertura

01:40 – Erros em legendas de filmes (um dos exemplos citados é o da produção “Invasão do mundo: Batalha de Los Angeles”: trocaram “soldado Mottola” por “soldado Motorolla”).

07:10 – Legendas com erros desvalorizam a profissão de tradutor; onde estão os tradutores de legendas?

08:40 – O caso dos tradutores simultâneos ou intérpretes.

15:00 – Livro de James Wood, “Como funciona a ficção” (Cosac Naify, 2011): a tradutora da obra, Denise Bottmann, declinou da responsabilidade da tradução. (Leiam mais sobre o assunto aqui.)

22:20 – Os argumentos de Denise Bottmann para ter declinado da tradução.

32:25 – Traduções do Modesto Carone dos livros de Kafka são “iluminadas”.

34:30 – Sobre colocar o nome do tradutor do livro na capa da obra.

38:30 – Intervalo ao som de “Dear Rosemary”, canção do álbum “Wasting Light”, novo disco do Foo Fighters.

42:57 – Segundo bloco: versões de livros para o cinema.

48:10 – Alfred Hitchcock só lia uma única vez os livros que iria transformar em filmes.

59:30 – Adaptar um livro para o cinema é, de certa forma, traduzir o livro para o cinema. Paralelo: reza a lenda que os tradutores de obras do Paulo Coelho melhoram suas obras.

01:03:35 – O caso dos dublês, os “tradutores” de cenas; dublê de Natalie Portman em “Cisne Negro” alega ter feito 90% das cenas de dança no filme.

01:10:38 – Considerações finais, mais algumas informações sobre “Wasting Light”, do Foo Fighters, e finalização do podcast com a execução de “Walk”, última faixa do disco.

This entry was posted in Podcast. Bookmark the permalink. Post a comment or leave a trackback: Trackback URL.

4 Comments

  1. Posted May 11, 2011 at 13:58 | Permalink

    Parabéns pelo podcast

    Realmente a questão da adaptação entre linguagens diferentes da pano pra manga. Nesse tópico senti falta de um comentário do maior adversário na adaptação de sua própria obra, o inglês Alan Moore. Interessante procurar pelo documentário Mindscape of Alan Moore (que está legendado em português no You Tube) e conferir a cruzada do escritor em produzir material “impossível de se filmar”.

    De olhos bem fechados eu não considero uma boa adaptação, falha ao alongar a história original. Aquela bobagem da revelação da sociedade secreta tivesse ficado de fora e aí sim o filme seria um clássico.

    Abraço e até o próximo podcast!
    Noah – procurando já as traduções do Kafka feitas pelo Carone

  2. Carla Ceres
    Posted May 11, 2011 at 15:38 | Permalink

    Parabéns pelo primeiro podcast! Que venham muitos outros! Beijos!

  3. Posted May 11, 2011 at 20:14 | Permalink

    nossa, ficou fenomenal, sério! parabenzíssimos e obg pelas menções.

  4. Posted May 12, 2011 at 02:38 | Permalink

    Ficou massa! Parabéns! E viva ao google tradutor uhuhahuahua

Post a Comment

Your email is never published nor shared. Required fields are marked *

You may use these HTML tags and attributes <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*
*