Vida conjugal, de Sergio Pitol

Estou lendo “Vida conjugal“, do mexicano Sergio Pitol (não só ele, é verdade; também estou a ler “Click”, de Bill Tancer, mas o assunto aqui é outro).

E, caramba, eu tenho razão! Há muitos livros e autores bons no mercado, o negócio é que alguns não têm a atenção que merecem. Às vezes porque foram publicados por editoras pequenas, outras porque não foram alvo de resenhas elogiosas, e outras porque são autores estreantes, sobre os quais recai uma desconfiança enorme por parte dos leitores (e críticos).

Esse “Vida conjugal”, por exemplo, estou gostando bastante. É uma narrativa tradicional, ao menos até agora, o livro é curto e as páginas vão passando rapidamente, mas você “cai” mesmo na história, na lábia do Pitol.

Devo terminá-lo entre hoje e sexta-feira. Depois vem a resenha, claro. Por enquanto, deixo uma frase da qual gostei muito. E que representa uma das mais puras verdades deste mundo:

“Por mais que me digam o contrário, tenho certeza de que ninguém nunca conseguirá imaginar no que um ser humano pode se transformar com o passar dos anos.”

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2 Comments

  1. luizgusmao
    Posted May 27, 2009 at 20:01 | Permalink

    desde q venho acompanhando, esta é a segunda vez q vc toca nesse assunto sobre a imprevisibilidade do futuro. na primeira, falava q mto doq d melhor ns acontece na vida não vem d planejamentos minciosos. eu concordo, mas acredito q não teríamos visto essas oportundades não planejadas se não nos tivéssemos submetdo a alguma discplina prévia q não feche nossas cabeças…

  2. Rafael Rodrigues
    Posted May 27, 2009 at 23:30 | Permalink

    sim, com certeza, luiz. é preciso estar atento às oportunidades, se permitir mudar e permitir que coisas boas cheguem até nós 🙂

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